Bobsó

junho 23, 2012 às 4:17 pm | Publicado em Danilo Crespo | Deixe um comentário

Há um segundo atrás, havia três caminhos possíveis. Tanta esperança a dissipar. Um dia, uma semana, um mês. Perde um pouco de sentido a cada pirueta e marcha para o fim. A mesma respiração nervosa de pré-duelo para devaneios demais. Foi com uma conversa entre jovens adultos, com um pôr do sol ao fundo e os raios solares sobre os olhos lacrimejantes de todo mundo. Não se vê o inimigo, só sua silhueta.
O tempo demora uma eternidade, mas não uma eternidade qualquer. Demora uma eternidade disforme, contida na eternidade dos segundos antes de um beijo há muito esperado. Este tipo de eternidade é o caos: parece que eu estava acordado quando na verdade eu dormia. No calor do momento, escolhi todos os três caminhos.

Danilo Crespo

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Autor desconhecido não existe

junho 23, 2012 às 4:02 pm | Publicado em eu mesma, Ingrid Crespo | Deixe um comentário

Escrevi aqui comentando sobre a dificuldade de encontrar os verdadeiros donos de determinados escritos e a Marina me mandou o link para o site da Vanessa Lampert que achei muito interessante, pois ela distrincha bem essa questão!Ta aí o link…

Autor desconhecido não existe

Obrigada Marina! Obrigada Vanessa!

There is a limit to the amount of misery and disarray you will put up with, for love,

junho 23, 2012 às 3:59 pm | Publicado em Alice Munro, Mary Cholmondeley | Deixe um comentário

There is a limit to the amount of misery and disarray you will put up with, for love, just as there is a limit to the amount of mess you can stand around a house. You can’t know the limit beforehand, but you will know when you’ve reached it. I believe this.

Alice Munro

Every day I live I am more convinced that the waste of life lies in the love we have not given, the powers we have not used, the selfish prudence that will risk nothing and which, shirking pain, misses happiness as well.

Mary Cholmondeley

Always remember that when a man goes out of the room, he leaves everything in it behind… When a woman goes out she carries everything that happened in the room along with her.

Alice Munro, Too Much Happiness

Canção

junho 23, 2012 às 3:37 pm | Publicado em Emilio Moura | Deixe um comentário

Viver nao dói. O que dói
é a vida que se não vive.
Tanto mais bela sonhada,
quanto mais triste perdida.

Viver não dói. O que dói
é o tempo, essa força onírica
em que se criam os mitos
que o proprio tempo devora.

Viver não dói. O que dói
é essa estranha lucidez,
misto de fome e de sede
com que tudo devoramos.

Viver não dói. O que dói,
ferindo fundo, ferindo,
é a distância infinita
entre a vida que se pensa
e o pensamento vivido.

Que tudo o mais é perdido.

Emilio Moura

por Ingrid Crespo

junho 23, 2012 às 12:11 am | Publicado em eu mesma, Ingrid Crespo | Deixe um comentário

Queridos leitores,

Eu nunca falei muito aqui, só usava esse blog como uma caixinha e não um blog, queria muito agradecer as mais de 300 visitas diárias que recebo a uns bons anos,  acredito que alimentando esse blog eu estou contribuindo com o mundo dando acesso a coisas maravilhosas que descubro.

Esse espaço é também um espaço para trocar, sintam-se a vontade para postar poesias e textos próprios nos comentários, textos similares que lembrarem ou só oi tudo bem eu leio tudo e respondo tbm.

Cada comentário serve de incentivo para eu continuar alimentando esse espaço.

Acho chato abrir o e-mail e só ver gente corrigindo esse ou aquele autor, alguns acabo deletando pois nesse mar de internet autoria questionável é o que não falta. Valorizo muito a arte e principalmente seu autor, eu mesma sou artista plástica. Mas acho que antes de vir aqui corrigindo esse ou aquele autor, uma mínima pesquisa é mais que necessária.

Muito obrigada a todos! Esse espaço é de vocês! Se alimentar ele cresce! Um beijo grande a todos

 

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